Amazonas · 2026
Metodologia
Desempenho digital, não intenção de voto. O ranking não diz quem é mais popular nem quem vai ganhar.
O que o 1º lugar significa
A posição segue a soma dos seguidores do perfil principal em cada rede já coletada. Vale no ranking geral, no engajamento, no crescimento e nos partidos. A rede só entra no total quando há número medido. Empate resolve pelo engajamento.
O score aparece na tabela, mas não define o lugar. Sem métrica, o campo fica vazio. A exceção é o Top posts: ali o 1º é a publicação com mais interações, não o candidato com mais seguidores.
O que este ranking não é
- Não é pesquisa eleitoral.
- Influência digital não é voto.
- Com poucos dados, o candidato aparece como insuficiente. O sistema não inventa score.
Perfil principal
Em cada rede conta uma conta só: a que combina com o nome de urna e, quando há números, com a audiência real. Conta de campanha com o número do candidato não substitui a conta pública quando esta é claramente maior.
Páginas extras, fã-clubes e links genéricos do TSE não somam no total.
De onde vêm os candidatos
Fonte primária: Portal de Dados Abertos do TSE, candidatos da eleição vigente no Amazonas. O banco local é cache da urna, não cadastro manual.
As URLs começam pelas que o candidato declarou ao TSE. Perfil achado só pelo nome precisa de confiança mínima (provável ou validado).
Score digital
Índice de atividade, normalizado por percentil no mesmo cargo e período.
- Engajamento40%
- Taxa de engajamento20%
- Growth15%
- Frequência10%
- Vídeo10%
- Audiência5%
Pesos são configuráveis. Dado em falta não entra como zero. Na página de Crescimento, a coluna conta só desde 16/08; a posição continua sendo a soma de seguidores. Top posts ordena pela interação de cada publicação.
Limitações
- No Instagram, shares, saves e views muitas vezes não vêm na API. O campo fica vazio.
- No YouTube, inscritos são arredondados acima de 1.000.
- No TikTok, Facebook e X entram só contas públicas já coletadas. Sem dado, o total não inventa zero.